Saturday, July 28, 2007

PONTE

Ponte !!

 

A vida é como uma ponte
Atravesse-a como deseja
Mas jamais
Construa uma casa
Sobre a mesma

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Thursday, July 12, 2007

a felicidade exige valentia

 

 A FELICIDADE EXIGE VALENTIA

“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não
esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela
vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no
recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter
medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para
ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”

( Fernando Pessoa)

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Monday, May 28, 2007

Jardim da vida

                Jardim da vida

Uma criança brincava no parque com sua mãe, quando avistou próximo  dali um lindo jardim. Flores coloridas, brancas, vermelhas, rosas e  amarelas a convidavam a brincar.

A criança, sem pensar, olhou para aquelas belas flores e saiu correndo  pelo parque em busca do jardim. Só que, no caminho, tropeçou em uma pedra e caiu, e ao cair chorou, e ao chorar teve socorro.

Um senhor que estava ali, vendo a criança em desespero, aproximou-se e sentou-se carinhosamente ao seu lado.
- Você está bem?- disse o homem.

- Eu caí quando tentava chegar ao jardim. Caí e estou triste, acho que  vou desistir de ir para lá. - disse a criança chorando.

O homem olhou penalizado e com doçura disse:
- Meu bem, um dia, há muito tempo, eu também caí ao buscar o jardim. 
Caí, e não mais me levantei, eu desisti. Desisti do motivo maior que me impulsionava. A chama que havia em meu peito gritava: “Vá, acredite!” 

Mas eu não fui. Caí e desisti. Abandonei o que minha alma tanto buscava. Sofri e aprendi. Ouça: Ali na frente, você vê um jardim. Você sente que é  lá que você prefere estar. Uma voz dentro de você diz: “Seja, vá,  acredite!” Mas, lembre-se filho, sempre haverá pedras em seu caminho.

A criança, mais calma, olhou para o homem e perguntou:
- Porque as pedras? O caminho não poderia estar livre?

O homem olhou nos olhos da criança, um olhar tão sincero e sereno que a criança sentiu-se amparada e protegida, então o homem falou:
- Todos podem chegar ao jardim… Todos. Mas as flores são sensíveis e delicadas. Por isso precisam ser protegidas de pessoas despreparadas que poderiam destruí-las. 

A natureza colocou pedras no caminho para permitir que só aqueles que tiverem a sensibilidade de entender que as pedras não foram feitas para impedir a chegada, mas para serem contornadas, cheguem até lá!

A criança enxugou as lágrimas, levantou-se e continuou em busca do jardim. 

Não vais desistir de ir ao encontro do teu jardim, só porque
algumas pedras estão ai no teu caminho. Retira-a e vai em frente.
Todos podem chegar…depende só de você.
Quando encontrares o jardim, não esqueças uma flor
para quem amas.

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Saturday, May 26, 2007

Um filme de vida


 

Hoje ainda não é possível parar o tempo, carregar na tecla “stop” e gritar, gritar enquanto o mundo não se mexe, em seguida fariamos “play” e tudo correria com uma grande naturalidade… Pena a nossa vida não ser uma cassete, ou então ser aquela cassete que todos temos num canto e nem lhe mexemos com medo de estragar a fita.

Sei que este texto está um pouco ilógico, mas está igual ao meu pensamento neste momento…está um pensamento preso a conceitos que fazem todo o sentido numa cena específica, mas que ficam absolutamente ridículos quando se muda de cenário.

Há coisas que não se explicam, nem os dramas, nem as paixões nem mesmo as convicções. As coisas quando mudam fazem-nos assim…Estranhos.

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Friday, May 18, 2007

CONDICIONAL

Condicional

Se não tens sorte no amor,
descubre sobre o responsável pelo azar.
Se vives menos por sentir (mais) dor,
busca ajuda deixando-se (a ti) amar.
Se buscas uma moldura ou limites para o teu ser,
esqueçe, pois nenhuma digna iria mesmo caber!
Se choras, pela vida que levas até aqui,
sorri e assim não te levarás a chorar pela que há de vir.
Se preso(a) te sentes pela infelicidade,
não sejas ,então, mais as tuas grades.
Se não queres ser quem és,
redescubre verdadeiramente o que queres.
Se já te acostumas-te a estar acostumado,
então acostuma-te a ser sempre mudado.
Se não respeitas o teu passado ou futuro,
não passes tempo ansiando para seres presenteado pelo respeito
ou sendo respeitado pelo presente como sonhado.
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Friday, May 4, 2007

A INCETERZA DO QUASE….

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez,
é a desilusão de um “quase”.
 É

 o quase que me incomoda, que me entristece,
que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos,
nas chances que se perdem por medo,
nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

 Pergunto me, ás vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna;
ou melhor, não me pergunto, contesto.

A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos,
na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados.

A paixão queima, o amor enlouquece, e o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.

Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas,
os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.

O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma,
apenas amplia o vazio que cada um traz de si.

 Pros erros há perdão; pros fracassos, chance;
 pros amores impossíveis, tempo.

 De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.

 Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.

Não deixes que a saudade te sufoque, que a rotina te acomode, que o medo te impeça de tentar.

Desconfia do destino e acredita em ti.

Gasta mais horas realizando do que sonhando,
 fazendo do que planejando,
vivendo do que esperando porque,
 embora quem quase morre esteja vivo,
 quem quase vive já morreu!

Posted by Marinho at 00:51:35 | Permalink | No Comments »

Friday, April 27, 2007

ESPEREI…

Esperei por um sorriso
que me deixasse alegre.
Esperei por um olhar
que me emocionasse.
Esperei…
E nessa espera passou-se
minha adolescência,
meus sonhos de criança…
Esperei por um toque nos lábios
que eternizasse um momento.
Esperei pelo dia certo para chorar de felicidade…
Mas vieram os dias
e apenas pude chorar do
sentimento avesso de ser feliz.
Esperei meus olhos amadurecerem
para ver o mundo de outra forma.
Esperei o conforto de braços alheios.
Esperei ouvir palavras encantadas,
mas fiquei aqui me abraçando sozinha,
e ouvindo apenas o tic-tac do relógio.
Esperei um dia para dizer que estou pronto,
pois feliz eu fui…
Mas esse dia que esperei,
não chegou,
apenas chegou a sensação que
a vida não é uma espera,
mas uma conseqüência do que
desejamos e merecemos.
Posted by Marinho at 23:05:07 | Permalink | Comments (2)

PARA SE ENTENDER

Para se entender um amor,
É preciso antes levar muitos foras,
Como marcar com alguém “especial”
E ficar  horas esperando,
E no final esse alguém nem te telefonar.
Para se entender uma dor,
É preciso antes chorar por várias razões,
Sentir-se só,
Mesmo tendo mais de cinco pessoas na mesma casa que a tua.
Para se entender uma vida,
É preciso viver lúcido uns cem anos ou mais,
E do jeito que o mundo está,
A probabilidade de isso acontecer é de uma em dez mil.
Para se entender a morte,
É preciso esperar que um dia ela nos pegue,
E ver o que nos acontece depois.
Para se entender a saudade,
É preciso sentir a falta de alguém,
Mais de cinco vezes.
Para se entender o valor de um sorriso,
É preciso ver todos que passarem por ti de cara fechada.
Para se entender o valor de um presente,
É preciso passar mais de três aniversários sem receber uns parabéns.
Para se entender o valor da família,
É preciso muita das vezes perder um ou mais integrantes dela.
Para se entender o valor de um emprego,
É preciso ficar desempregado por mais de dois anos,
Em casos mais específicos, em seis meses
Já se sabe como faz falta ter um patrão.
Para entender o valor de tudo que existe,
É certamente impossível,
Pois nem um terço do que conhecemos,
Sabemos se quer de onde veio e para onde vai.
Sem contar que muitas coisas passam despercebidas de tal modo,
Que só notamos que perdemos,
Um ou dois anos depois.

Posted by Marinho at 22:56:46 | Permalink | No Comments »

Thursday, April 26, 2007

A SAUDADE FALA PORTUGUÊS…

A SAUDADE FALA PORTUGUÊS…

Eu tenho saudades de tudo que marcou a minha vida
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
Quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
Eu sinto saudades…

Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
De pessoas com quem não mais falei ou cruzei…
Sinto saudades da minha infância,
Do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
Do penúltimo, e daqueles que ainda vou vir a ter,
Se Deus quiser…

Sinto saudades do presente, que não aproveitei de todo,
Lembrando do passado e apostando no futuro…
Sinto saudades do futuro, que se idealizado,
Provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser…

Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei,
De quem disse que viria e nem apareceu;
De quem apareceu correndo, sem tempo de me conhecer direito,
De quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.

Sinto saudades dos que se foram
E de quem não me despedi direito,
Daqueles que não tiveram como me dizer adeus;
De gente que passou na calçada contrária da minha vida
E que só vi de relance;
De coisas que eu tive e de outras que não tive, mas quis muito ter;
De coisas que nem sei como existiram, mas que se soubesse,
De certo gostaria de experimentar;

Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o quê,
Não sei onde,
Para resgatar alguma coisa que nem sei o que é
E nem onde perdi…

Vejo o mundo girando e penso que poderia estar
Sentindo saudades em japonês,
Em russo, em italiano, em inglês,
Mas a minha saudade,
Por eu ter nascido PORTUGUÊS,
Só fala português embora, lá no fundo, possa ser poliglota.

Aliás, dizem que se costuma usar sempre a língua pátriota,
Espontâneamente, quando estamos desesperados,
Para contar dinheiro, fazer amor e declarar sentimentos fortes,
Seja lá em que lugar do mundo estejamos.
Eu acredito que um simples “I miss you”,
Ou seja, lá como possamos traduzir saudade
Noutra língua, nunca terá a mesma força
E significado da nossa palavrinha.

Talvez não exprima, corretamente,
A imensa falta que sentimos de coisas ou pessoas queridas.

E é por isso que eu tenho mais saudades…
Porque encontrei uma palavra para usar
Todas as vezes que sinto este aperto no peito,
Meio nostálgico meio gostoso,
Mas que funciona melhor do que um sinal vital
Quando se quer falar da vida e dos sentimentos.

Ela é a prova inequívoca de que somos sensíveis,
De que amamos muito do que tivemos e lamentamos as coisas boas
que perdemos ao longo da nossa existência…

Sentir saudade é sinal de que se está vivo!

 

 BEM HAJA A TODOS!!

Posted by Marinho at 22:20:08 | Permalink | Comments (1) »

Wednesday, April 25, 2007

MUDA DE VIDA

Muda de vida

 António Variações


Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar

Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens…que ser assim?…

Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar

Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens… que ser assim?…

Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver

Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar

Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar

Posted by Marinho at 15:21:11 | Permalink | Comments (1) »